quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Mamãe, sabe o que eu quero ser?
Eu era uma menina que sonhava ser tudo na vida. Mas não tinha em certo o que queria ser.
Bailarina, médica, professora, astronauta, escritora.
O mundo era grande demais para que eu pudesse ter tudo em minhas pequenas mãozinhas.
Minha mãe sempre me incentivava em seguir alguma profissão, independente do que fosse eu deveria mostrar aquela coisa de ‘poder feminino’.
Quando pequena, descobri que tinha sede de conhecer. Não importava onde estivesse sempre tinha a companhia de um livro.
As palavras levaram-me para outras dimensões, conheci mundos perdidos, histórias passadas, mundos de alegrias e tristezas, fantasias.
Com 15 anos, tornei-me uma verdadeira amante das palavras.
O mundo passou a ser meu.
Foi assim, que a bibliotecária me fez um grande convite: já que meu lugar predileto de se passar horas era dentro da biblioteca - com o passar dos anos tornou-se a minha casa, sim, quando minha mãe queria sair sem mim, deixava-me na biblioteca - que eu passasse um dia ajudando-a na organização.
Fui ao primeiro dia. Voltei na semana seguinte, e na outra, e na outra semana também, dessa forma, virei uma ‘estagiaria’ da biblioteca.
De um tudo eu fiz, desde organizar sarais de poesia, até mesmo limpeza de revistas e encadernação de livros.
Três anos depois, definitivamente eu decidi qual profissão seguir: bibliotecária.
Eu não queria mesmo ser música, escritora, professora, astronauta? Então, eu posso ser uma bibliotecária de uma escola de musica, ou de uma escola infantil, ou até mesmo da NASA!
Eu posso criar fantasias e mundos de contos de fadas, que eu tanto ensino quando aprendo quando nessa profissão.
Eu posso conhecer o mundo sem sair do lugar.
sábado, 20 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Diálogo produtivo.
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Amanhã.
Tenho medo de mudar.
De acordar na manhã seguinte, me olhar no espelho e ver que não sou mais a mesma pessoa.
Medo de me tornar aquilo que eu não quero.
De perder as esperanças, de não ser pessoa do ‘bem’.
De perder quem eu amo.
Medo do amanha.