Não, pra começo de conversa, eu não estou nos meus dias de
TPM.
Mas tenho ficado muito sensível, por quase nada, na verdade um grande ‘chorona’.
Isso irrita a mim mesma.
Arrgh!
Para piorar a situação, ainda me aparece gente que parece que faz de propósito, e me estressa. ¬¬’
Semana passada, já basta a minha mãe, que demonstrou uma total falta de confiança comigo.
[não vem ao caso comentar, mas confesso que isso me atingiu profundamente. ]
Ai, chego a terrível conclusão de que o mundo conspira contra mim.
Ontem sai com o namorado, e alguns amigos, avisei meu pai com antecedência para ele poder ir me buscar, ok... Me chega ontem com um P*/&@ cara feia...
[valeu hein (y) ]
Não para por ai
[outra coisa que me estressa é essa maldita correção ortográfica ¬¬], hoje, assim, de ultima hora, uns amigos decidiram fazer uma festa surpresa à uma amiga, vamos lá Yep!
Manow... a menina mora duas ruas pra baixo da minha casa...
Minha mãe viu como foi de ultima hora essa bagunça na casa da Lê, e eu fui avisar meu pai, perguntar se ele ia me buscar...
Mais uma vez ele me olha de cara feia, pra variar diz que “no mínimo eu estou aprontando uma pra sair assim de repente”
Vale frisar que eu quese nunca saio de casa
[é da casa pra escola, da escola pra casa], e quando quero sair Nunca saio de casa sem a permissão deles. E que sempre que por algum motivo as coisas saem do combinado, eles sempre sabem, e ai vem assim, achando que eu estou aprontando;
Mesmo porque, se eu
[de fato] fosse aprontar alguma, eu daria o
Meu jeito de fazer as coisas, né.
Me magoou isso.
Muito, jamais escondi nada deles, certo que também nunca contei tudo, eles sabem daquilo que necessitam saber
[onde eu estou, com quem, como eu faço as coisas, de que modo as faço... ], e todas as perguntas que me fazem que os respondo, jamais menti à eles.
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Tenho sentido falta de conversas com a minha mãe, lembro de quando eu era criança, e de tudo ela sabia... hoje, parece que o meu jeito de adolescente, o meu jeito de falar, fosse um verdadeira agressão ao linguajar dos "adultos"...
É como se os meus assuntos não fosse mais de seu interesse, a não ser que ela esteja no meio deles.
Já o meu pai, só lhe conto as “zueiras” que faço/ participo, se eu começo contar algo de “mim”, acabo falando sozinha, acho que ele pensa que são apenas conversas de mulher.
Desde que minha mãe voltou a trabalhar tem sido assim, eu aprendi a conviver sozinha;
Não foi de tudo ruim, eu passei a saber o que é ser responsável, e a diferenças o que é certo do errado sozinha.
Mas agora a falta dessas conversas tem me machucado.
Tenho sangrado por não poder com quem contar os meu sonhos, desejos, planos, meus segredos.
E sangro mais ainda quando faltam com confiança, sem nem ao menos terem motivo.